As linhas que se seguem reúnem o ensino oral ministrado nas aulas da disciplina de História das Relações Internacionais, no 5o ano, da Faculdade de Direito de Lisboa, nos anos lectivos de 1995/96 e 1996/97. São o resultado da redução a escrito das aulas gravadas pelos alunos, reflectindo o texto, agora publicado, a oralidade do discurso, o ritmo descompassado das exposições, o desequilíbrio no tratamento dos temas abordados e algumas repetições que a apressada revisão feita não permitiu eliminar. Apesar dos defeitos apontados, optámos por publicar os apontamentos das aulas para servir aos alunos como roteiro de estudo, dadas as características peculiares do programa adaptado. Por outro lado, a disciplina passou a ser frequentada por cerca de duzentos alunos, abrangendo a quase totalidade dos discentes inscritos no 5o ano, quer no curso diurno, quer no curso nocturno. Tal situação contrasta com a escassa dezena de alunos inscritos na cadeira, que continua sendo optativa, quando iniciámos a regência em 1991. O regime de avaliação contínua, com uma orientação de estudo a partir do índice das matérias expostas, dos apontamentos tirados nas aulas e da bibliografia indicada por temas, deixou de ser suficiente. Era necessário dar aos alunos um texto que seguisse de perto a exposição oral do programa. É este o único objectivo das linhas que se seguem.
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As linhas que se seguem reúnem o ensino oral ministrado nas aulas da disciplina de História das Relações Internacionais, no 5o ano, da Faculdade de Direito de Lisboa, nos anos lectivos de 1995/96 e 1996/97. São o resultado da redução a escrito das aulas gravadas pelos alunos, reflectindo o texto, agora publicado, a oralidade do discurso, o ritmo descompassado das exposições, o desequilíbrio no tratamento dos temas abordados e algumas repetições que a apressada revisão feita não permitiu eliminar. Apesar dos defeitos apontados, optámos por publicar os apontamentos das aulas para servir aos alunos como roteiro de estudo, dadas as características peculiares do programa adaptado. Por outro lado, a disciplina passou a ser frequentada por cerca de duzentos alunos, abrangendo a quase totalidade dos discentes inscritos no 5o ano, quer no curso diurno, quer no curso nocturno. Tal situação contrasta com a escassa dezena de alunos inscritos na cadeira, que continua sendo optativa, quando iniciámos a regência em 1991. O regime de avaliação contínua, com uma orientação de estudo a partir do índice das matérias expostas, dos apontamentos tirados nas aulas e da bibliografia indicada por temas, deixou de ser suficiente. Era necessário dar aos alunos um texto que seguisse de perto a exposição oral do programa. É este o único objectivo das linhas que se seguem.