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As invasões napoleónicas desde a ida da família real para o Brasil às Linhas de Torres 1807-1811

José Custódio Madaleno Geraldo
Âncora
Português PT

Estado : Usado 4/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Em stock

€13
Mais detalhes
  • Ano
  • 2011
  • Capa
  • Ana Rita Carvalho
  • Edição
  • 1
  • Código
  • LT002764
  • ISBN
  • 9789727803064
  • Detalhes físicos
  • Dimensões
  • 15,00 x 23,00 x
  • Nº Páginas
  • 487

Descrição

A presente obra descreve as relações entre os Estados envolvidos na Guerra Peninsular, em particular com Portugal. A Grã-Bretanha como aliada a Espanha com a sua atitude dúbia, no início favorável à França e, por fim, aliada de Portugal e a França de Napoleão que tentou por todos os meios a aliança com Portugal, primeiro pela via diplomática e depois com o envio de três exércitos. Estas campanhas foram designadas por «Invasões Napoleónicas». Tinham por principal objectivo fazer com que Portugal aderisse ao Bloqueio Continental contra a Inglaterra. Entre a «espada e a parede», Portugal decidiu-se pela Aliança Marítima e assim conseguiu salvar o império ultramarino e o reino, deslocando a Corte para o Brasil. Quem está convencido que a Família Real fugiu para o Brasil está, na opinião do autor, enganado, porque esta atitude ousada foi bem preparada e única no período que foi alvo do estudo. Napoleão preparava-se para capturar os mais altos dignitários de Portugal e dividir o país em três, conforme consta no Tratado de Fontainebleau. A Convenção Secreta de Outubro de 1807 entre Portugal e a Grã-Bretanha desmistifica esta controvérsia.

As invasões napoleónicas desde a ida da família real para o Brasil às Linhas de Torres 1807-1811

€13

José Custódio Madaleno Geraldo
Âncora
Português PT
Estado : Usado 4/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Em stock

Mais detalhes
  • Ano
  • 2011
  • Capa
  • Ana Rita Carvalho
  • Edição
  • 1
  • Código
  • LT002764
  • ISBN
  • 9789727803064
  • Detalhes físicos

  • Dimensões
  • 15,00 x 23,00 x
  • Nº Páginas
  • 487
Descrição

A presente obra descreve as relações entre os Estados envolvidos na Guerra Peninsular, em particular com Portugal. A Grã-Bretanha como aliada a Espanha com a sua atitude dúbia, no início favorável à França e, por fim, aliada de Portugal e a França de Napoleão que tentou por todos os meios a aliança com Portugal, primeiro pela via diplomática e depois com o envio de três exércitos. Estas campanhas foram designadas por «Invasões Napoleónicas». Tinham por principal objectivo fazer com que Portugal aderisse ao Bloqueio Continental contra a Inglaterra. Entre a «espada e a parede», Portugal decidiu-se pela Aliança Marítima e assim conseguiu salvar o império ultramarino e o reino, deslocando a Corte para o Brasil. Quem está convencido que a Família Real fugiu para o Brasil está, na opinião do autor, enganado, porque esta atitude ousada foi bem preparada e única no período que foi alvo do estudo. Napoleão preparava-se para capturar os mais altos dignitários de Portugal e dividir o país em três, conforme consta no Tratado de Fontainebleau. A Convenção Secreta de Outubro de 1807 entre Portugal e a Grã-Bretanha desmistifica esta controvérsia.