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O sabor da conquista - Ascensão e queda das três grandes cidades das especiarias

LT019812
2009
Michel Krondl

Editora Edições 70
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Em stock

€25
Mais detalhes
  • Ano
  • 2009
  • Colecção
  • História Narrativa
  • Tradutor
  • Pedro Elói Duarte
  • Código
  • LT019812
  • ISBN
  • 9789724414416
  • Detalhes físicos
  • Dimensões
  • 16,00 x 23,00 x
  • Nº Páginas
  • 298

Descrição

Do aroma adocicado da canela ao odor do gengibre, do travo ao picante mordaz da pimenta, as especiarias são hoje um condimento banal da cozinha de vários países e regiões. No entanto, em tempos foram um bem escasso e precioso; mas elas se globalizaram quando o comércio passou a ser mundial, ligando continentes.

Através da análise do papel das especiarias na concepção de vários pratos e na evolução do seu comércio, o autor leva-nos numa viagem pela ascensão e queda das três grandes metrópoles que, a seu tempo, controlaram o comércio destes condimentos preciosos: primeiro Veneza, a República Sereníssima, depois suplantada por Lisboa após a descoberta do caminho marítimo para a índia e pela viagem de Vasco da Gama; e, finalmente, Amesterdão, capital do último império que controlou o comércio das especiarias, pela mão da Companhia das índias Orientais holandesa, protótipo da multinacional moderna.


LT019812
2009
Michel Krondl
Editora Edições 70
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Em stock

Mais detalhes
  • Ano
  • 2009
  • Colecção
  • História Narrativa
  • Tradutor
  • Pedro Elói Duarte
  • Código
  • LT019812
  • ISBN
  • 9789724414416
  • Detalhes físicos

  • Dimensões
  • 16,00 x 23,00 x
  • Nº Páginas
  • 298
Descrição

Do aroma adocicado da canela ao odor do gengibre, do travo ao picante mordaz da pimenta, as especiarias são hoje um condimento banal da cozinha de vários países e regiões. No entanto, em tempos foram um bem escasso e precioso; mas elas se globalizaram quando o comércio passou a ser mundial, ligando continentes.

Através da análise do papel das especiarias na concepção de vários pratos e na evolução do seu comércio, o autor leva-nos numa viagem pela ascensão e queda das três grandes metrópoles que, a seu tempo, controlaram o comércio destes condimentos preciosos: primeiro Veneza, a República Sereníssima, depois suplantada por Lisboa após a descoberta do caminho marítimo para a índia e pela viagem de Vasco da Gama; e, finalmente, Amesterdão, capital do último império que controlou o comércio das especiarias, pela mão da Companhia das índias Orientais holandesa, protótipo da multinacional moderna.