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Quem mandou matar Amílcar Cabral?

Quem mandou matar Amílcar Cabral?

José Pedro Castanheira
Disponib. - Por encomenda

€20
Mais detalhes
  • Ano
  • 1999
  • Capa
  • Fernando Mateus
  • Edição
  • 3
  • Código
  • LT002277
  • ISBN
  • 9789727082858
  • Detalhes físicos
  • Nº Páginas
  • 325

Descrição

Amílcar Cabral foi assassinado a tiro, à porta da sua residência na Guiné-Conacri, na noite de 20 de Janeiro de 1973. Nunca se soube quem foi que o mandou executar, quem, na sombra, preparou e organizou o crime e tentou um golpe de estado no interior do PAIGC (Partido Africano da Independência da Guiné Bissau e Cabo Verde). Este livro constitui o desenvolvimento de uma reportagem publicada no jornal 'Expresso' em 1993 e procura desvendar o enigma da morte de Amílcar Cabral. «Este livro vale como investigação jornalística pedagógica e necessária. De facto, o jornalismo não é só actualidade. E não é só novidade. É também descoberta, que inclui novidade, mas procura, além disso, o nexo entre o que vai sendo encontrado. Mesmo quando esse nexo é um ponto de interrogação.» Victor Cunha Rego, in 'Diário de Notícias'

Quem mandou matar Amílcar Cabral?

Quem mandou matar Amílcar Cabral? €20

José Pedro Castanheira
Disponib. - Por encomenda

Mais detalhes
  • Ano
  • 1999
  • Capa
  • Fernando Mateus
  • Edição
  • 3
  • Código
  • LT002277
  • ISBN
  • 9789727082858
  • Detalhes físicos

  • Nº Páginas
  • 325
Descrição

Amílcar Cabral foi assassinado a tiro, à porta da sua residência na Guiné-Conacri, na noite de 20 de Janeiro de 1973. Nunca se soube quem foi que o mandou executar, quem, na sombra, preparou e organizou o crime e tentou um golpe de estado no interior do PAIGC (Partido Africano da Independência da Guiné Bissau e Cabo Verde). Este livro constitui o desenvolvimento de uma reportagem publicada no jornal 'Expresso' em 1993 e procura desvendar o enigma da morte de Amílcar Cabral. «Este livro vale como investigação jornalística pedagógica e necessária. De facto, o jornalismo não é só actualidade. E não é só novidade. É também descoberta, que inclui novidade, mas procura, além disso, o nexo entre o que vai sendo encontrado. Mesmo quando esse nexo é um ponto de interrogação.» Victor Cunha Rego, in 'Diário de Notícias'