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Timor Loro Sae 500 anos

LT011600
1999
Geoffrey C. Gunn

Editora Livros do Oriente
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

€20
Mais detalhes
  • Ano
  • 1999
  • Edição
  • 1
  • Código
  • LT011600
  • Detalhes físicos
  • Dimensões
  • 18,00 x 24,00 x
  • Nº Páginas
  • 355

Descrição

A primeira história de Timor publicada em língua inglesa (e traduzida para português). Baseando-se em variadas fontes em línguas europeias e arquivos Gunn apresenta-nos uma perspectiva colateral sobre o funu timorense – ou a arte da guerra –, e as incursões dos forasteiros e lança as bases para uma reflexão sobre diversas questões que se colocam relativamente a Timor. Ter-se-ão devido exclusivamente a uma atitude contra a cobrança de impostos as rebeliões que abalaram a ilha nos séculos XIX e inícios do XX? Terá a grande revolta de Boaventura, nas primeiras décadas do século XX, lançado as sementes do nacionalismo timorense? Ou será que esta e outras rebeliões deverão ser explicadas como uma versão do funu timorense? Terá o colonial-capitalismo na colónia Portuguesa lançado as bases para um estado independente viável? Ou, finalmente, foi Timor, mais do que colónia, governado como um protectorado? De que forma podemos avaliar a tradição timorense? O que constitui identidade timorense? E, na verdade, como é que se reacendeu o funu timorense, talvez reformulado e reimaginado, no seio da juventude de Timor perante a ocupação assassina e genocida dessa nação de meia-ilha?

Timor Loro Sae 500 anos

€20

LT011600
1999
Geoffrey C. Gunn
Editora Livros do Oriente
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

Mais detalhes
  • Ano
  • 1999
  • Edição
  • 1
  • Código
  • LT011600
  • Detalhes físicos

  • Dimensões
  • 18,00 x 24,00 x
  • Nº Páginas
  • 355
Descrição

A primeira história de Timor publicada em língua inglesa (e traduzida para português). Baseando-se em variadas fontes em línguas europeias e arquivos Gunn apresenta-nos uma perspectiva colateral sobre o funu timorense – ou a arte da guerra –, e as incursões dos forasteiros e lança as bases para uma reflexão sobre diversas questões que se colocam relativamente a Timor. Ter-se-ão devido exclusivamente a uma atitude contra a cobrança de impostos as rebeliões que abalaram a ilha nos séculos XIX e inícios do XX? Terá a grande revolta de Boaventura, nas primeiras décadas do século XX, lançado as sementes do nacionalismo timorense? Ou será que esta e outras rebeliões deverão ser explicadas como uma versão do funu timorense? Terá o colonial-capitalismo na colónia Portuguesa lançado as bases para um estado independente viável? Ou, finalmente, foi Timor, mais do que colónia, governado como um protectorado? De que forma podemos avaliar a tradição timorense? O que constitui identidade timorense? E, na verdade, como é que se reacendeu o funu timorense, talvez reformulado e reimaginado, no seio da juventude de Timor perante a ocupação assassina e genocida dessa nação de meia-ilha?