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Um ano n'A Rua – 1º volume

AA.VV.
A Rua
Português PT

Estado : Usado 5/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Em stock

€15
Mais detalhes
  • Ano
  • 1976
  • Código
  • LT002747
  • Detalhes físicos
  • Dimensões
  • 21,00 x 30,00 x
  • Nº Páginas
  • 78

Descrição

Cartoons políticos, de orientação conservadora extrema. Reune os nºs 1 a 26, de 9 de Abril de 1976 a 30 de Setembro de 1976. Manuel Maria Baptista Múrias (Lisboa, 1 de Agosto de 1928 — Cascais, Cascais e Estoril, 10 de Outubro de 2000), que assinava Manuel Maria Múrias, foi um jornalista, escritor e político, ligado à facção nacionalista e conservadora portuguesa, que manteve uma presença activa no jornalismo político, dirigindo, entre outros periódicos, o jornal A Rua. Após o restabelecimento da democracia que resultou da Revolução dos Cravos tornou-se numa das vozes mais críticas ao novo regime. Quando lhe foi negado acesso à comunicação social, fundou um semanário, intitulado Bandarra, que publicou com António da Cruz Rodrigues sob a direcção de Miguel Freitas da Costa. Considerado contra-revolucionário e ofensivo, o semanário apenas publicou dois números, sendo o último apreendido pelo Comando Operacional do Continente, o COPCON. Esta publicação levou Múrias à prisão em Caxias. Libertado em Dezembro de 1975, depois de mais de um ano preso, fundou um semanário, intitulado A Rua, no qual manteve virulentos ataques contra as instituições revoluconárias e os políticos da época, sobretudo os de Esquerda. Em consequência, foi o primeiro jornalista português a ser condenado a pena de prisão efetiva, pelo crime de abuso de liberdade de imprensa, após o 25 de Abril de 1974, cumprindo alguns meses de prisão.


AA.VV.
A Rua
Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Em stock

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  • Ano
  • 1976
  • Código
  • LT002747
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  • 21,00 x 30,00 x
  • Nº Páginas
  • 78
Descrição

Cartoons políticos, de orientação conservadora extrema. Reune os nºs 1 a 26, de 9 de Abril de 1976 a 30 de Setembro de 1976. Manuel Maria Baptista Múrias (Lisboa, 1 de Agosto de 1928 — Cascais, Cascais e Estoril, 10 de Outubro de 2000), que assinava Manuel Maria Múrias, foi um jornalista, escritor e político, ligado à facção nacionalista e conservadora portuguesa, que manteve uma presença activa no jornalismo político, dirigindo, entre outros periódicos, o jornal A Rua. Após o restabelecimento da democracia que resultou da Revolução dos Cravos tornou-se numa das vozes mais críticas ao novo regime. Quando lhe foi negado acesso à comunicação social, fundou um semanário, intitulado Bandarra, que publicou com António da Cruz Rodrigues sob a direcção de Miguel Freitas da Costa. Considerado contra-revolucionário e ofensivo, o semanário apenas publicou dois números, sendo o último apreendido pelo Comando Operacional do Continente, o COPCON. Esta publicação levou Múrias à prisão em Caxias. Libertado em Dezembro de 1975, depois de mais de um ano preso, fundou um semanário, intitulado A Rua, no qual manteve virulentos ataques contra as instituições revoluconárias e os políticos da época, sobretudo os de Esquerda. Em consequência, foi o primeiro jornalista português a ser condenado a pena de prisão efetiva, pelo crime de abuso de liberdade de imprensa, após o 25 de Abril de 1974, cumprindo alguns meses de prisão.