• 967 224 138
  • Contactos
Menina e moça – A construção social da feminilidade xxxxxxxxxxxx

Menina e moça – A construção social da feminilidade xxxxxxxxxxxx

Teresa Joaquim
Disponib. - Por encomenda

€12
Mais detalhes
  • Ano
  • 1997
  • Colecção
  • Margens
  • Capa
  • João Frade
  • Código
  • LT001860
  • ISBN
  • 9789727541034
  • Detalhes físicos
  • Nº Páginas
  • 485

Descrição

"Partimos de um trabalho sobre mulheres que se tornam mães e pusemos a questão: como é que elas são educadas para serem capazes de dar à luz e de tornarem gente esses seres? Que educação lhes é dada? Que aprendizagens? E foi este fio - desde sempre visto como uma evidência: a "natureza feminina" - que nos obrigou a recuar no tempo, a interrogarmo-nos de que modo essa "natureza feminina" foi definida nos inícios gregos da cultura ocidental, e depois que inflexões sofreu ao longo dos tempos até ao século XVIII, em que a definição de corpo feminino como "apto para a maternidade" sofre um reforço, pois a definição médica vai cruzar-se com a preocupação política do Estado: a do interesse com a saúde dos seus cidadãos úteis e racionais. Como pois educar as mulheres para elas serem capazes de educarem aos seus filhos tornando-os "seres razoáveis"?"

Menina e moça – A construção social da feminilidade xxxxxxxxxxxx

Menina e moça – A construção social da feminilidade xxxxxxxxxxxx €12

Teresa Joaquim
Disponib. - Por encomenda

Mais detalhes
  • Ano
  • 1997
  • Colecção
  • Margens
  • Capa
  • João Frade
  • Código
  • LT001860
  • ISBN
  • 9789727541034
  • Detalhes físicos

  • Nº Páginas
  • 485
Descrição

"Partimos de um trabalho sobre mulheres que se tornam mães e pusemos a questão: como é que elas são educadas para serem capazes de dar à luz e de tornarem gente esses seres? Que educação lhes é dada? Que aprendizagens? E foi este fio - desde sempre visto como uma evidência: a "natureza feminina" - que nos obrigou a recuar no tempo, a interrogarmo-nos de que modo essa "natureza feminina" foi definida nos inícios gregos da cultura ocidental, e depois que inflexões sofreu ao longo dos tempos até ao século XVIII, em que a definição de corpo feminino como "apto para a maternidade" sofre um reforço, pois a definição médica vai cruzar-se com a preocupação política do Estado: a do interesse com a saúde dos seus cidadãos úteis e racionais. Como pois educar as mulheres para elas serem capazes de educarem aos seus filhos tornando-os "seres razoáveis"?"