Para além de ser um dos nossos melhores escritores de canções, Sérgio Godinho também escreve livros infantis. Este é o seu segundo e vem integrar-se numa colecção, a Assirinha, que, lançada há somente um ano, viu logo um dos seus primeiros livros, "Herbário", de Jorge Sousa Braga, com ilustrações de Cristina Valadas, receber o Prémio Gulbenkian de literatura infantil deste ano.
O Pequeno Livro dos Medos é escrito e ilustrado por Sérgio Godinho. Fala-nos dos medos da infância, "alguns mais fortes que nós", de como ultrapassamos outros (" ... o cavalo chegou-se à minha mão aberta, que tremia com a maçã em cima. Era a única coisa que lhe podia dar. Foi a única coisa que ele levou. Adeus cavalo, adeus medo dos cavalos."). Até à história que o avô Francisco Magalhães, tipógrafo de profissão, escreveu para o seu filho João de cada vez que ele tivesse medo. Porque o medo também faz parte de nós (quem não tem medo?) mas quando começa a ser exagerado, "a abusar", é preciso controlá-lo, nem que para tal seja preciso "saltar, correr, espernear, lutar, falar, responder, perguntar, ou, muito simplesmente, pensar."
Para além de ser um dos nossos melhores escritores de canções, Sérgio Godinho também escreve livros infantis. Este é o seu segundo e vem integrar-se numa colecção, a Assirinha, que, lançada há somente um ano, viu logo um dos seus primeiros livros, "Herbário", de Jorge Sousa Braga, com ilustrações de Cristina Valadas, receber o Prémio Gulbenkian de literatura infantil deste ano.
O Pequeno Livro dos Medos é escrito e ilustrado por Sérgio Godinho. Fala-nos dos medos da infância, "alguns mais fortes que nós", de como ultrapassamos outros (" ... o cavalo chegou-se à minha mão aberta, que tremia com a maçã em cima. Era a única coisa que lhe podia dar. Foi a única coisa que ele levou. Adeus cavalo, adeus medo dos cavalos."). Até à história que o avô Francisco Magalhães, tipógrafo de profissão, escreveu para o seu filho João de cada vez que ele tivesse medo. Porque o medo também faz parte de nós (quem não tem medo?) mas quando começa a ser exagerado, "a abusar", é preciso controlá-lo, nem que para tal seja preciso "saltar, correr, espernear, lutar, falar, responder, perguntar, ou, muito simplesmente, pensar."