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O ano de 1909

LT019977
2009
AA.VV.

Editora Biblioteca Nacional
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Em stock

€4
Mais detalhes
  • Ano
  • 2009
  • Código
  • LT019977
  • ISBN
  • 9789725654415
  • Detalhes físicos
  • Dimensões
  • 14,00 x 21,00 x
  • Nº Páginas
  • 103

Descrição

Depois do regicídio de 1908, que prenunciou a queda da monarquia, a «Acalmação», que D. Manuel II pretendera aplicar, ficou longe de fazer face à instabilidade política endémica no final do regime, encabeçado por um monarca jovem e inexperiente, sob a tutela da rainha viúva D. Amélia, e que conheceu quatro governos ao longo do ano de 1909. Perante o estado de verdadeira crise, o próprio Bernardino Machado, representante de uma ala até então moderada e contemporizadora do republicanismo, reconhecia que «os erros passados e actuais da monarquia tornavam inevitável a eclosão de manifestações revolucionárias», como assinala Amadeu Carvalho Homem na introdução ao catálogo. 1909 tornou-se no ano da Carbonária, «verdadeiro braço armado» da revolução republicana em gestação, sendo certo que o novo Directório do Partido Republicano, eleito a 25 de Abril, em que pontificavam José Relvas, Basílio Teles e Eusébio Leão, reflectiu a vitória da facção revolucionária.

O ano de 1909

€4

LT019977
2009
AA.VV.
Editora Biblioteca Nacional
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Brochado
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  • Ano
  • 2009
  • Código
  • LT019977
  • ISBN
  • 9789725654415
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  • Dimensões
  • 14,00 x 21,00 x
  • Nº Páginas
  • 103
Descrição

Depois do regicídio de 1908, que prenunciou a queda da monarquia, a «Acalmação», que D. Manuel II pretendera aplicar, ficou longe de fazer face à instabilidade política endémica no final do regime, encabeçado por um monarca jovem e inexperiente, sob a tutela da rainha viúva D. Amélia, e que conheceu quatro governos ao longo do ano de 1909. Perante o estado de verdadeira crise, o próprio Bernardino Machado, representante de uma ala até então moderada e contemporizadora do republicanismo, reconhecia que «os erros passados e actuais da monarquia tornavam inevitável a eclosão de manifestações revolucionárias», como assinala Amadeu Carvalho Homem na introdução ao catálogo. 1909 tornou-se no ano da Carbonária, «verdadeiro braço armado» da revolução republicana em gestação, sendo certo que o novo Directório do Partido Republicano, eleito a 25 de Abril, em que pontificavam José Relvas, Basílio Teles e Eusébio Leão, reflectiu a vitória da facção revolucionária.