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Kissange

Manuel Lima
Disponib. - Em stock

€5
Mais detalhes
  • Ano
  • 2014
  • Colecção
  • Autores Ultramarinos
  • Código
  • LT002393
  • Detalhes físicos
  • Nº Páginas
  • 29

Descrição

Manuel dos Santos Lima nasceu a 28 de janeiro de 1935, na província do Bié, em Angola. O seu pai era oriundo de São Tomé, facto que marcará a sua obra Sementes da Liberdade. Desde jovem que o autor se destaca apresentando-se como o primeiro classificado no exame de quarto ano. Aos doze anos, foi para Lisboa estudar no liceu Camões e, posteriormente, estudar na Faculdade de Direito (1953). Foi colega de Francisco Sá Carneiro, Jorge Sampaio e Pinto Balsemão. Todavia, o desencanto conduziu-o a desistir de Direito. Participou no primeiro congresso de escritores e artistas negros, em Paris, em 1956. Trabalhou com Senghor e Cesaire na Présence Africaine. Santos Lima foi o primeiro oficial negro do exército português, mas desertou para lutar pela independência de Angola. Desertou em Damasco, seguindo depois para Beirute, onde havia um núcleo nacionalista angolano, dirigido por Marcelino dos Santos. Coube-lhe a formação do Exército Popular de Libertação de Angola. Colecção que reproduz integralmente os textos das 1ªs edições. Distribuída com o Jornal Sol em 2015.

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  • Ano
  • 2014
  • Colecção
  • Autores Ultramarinos
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  • LT002393
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  • 29
Descrição
Manuel dos Santos Lima nasceu a 28 de janeiro de 1935, na província do Bié, em Angola. O seu pai era oriundo de São Tomé, facto que marcará a sua obra Sementes da Liberdade. Desde jovem que o autor se destaca apresentando-se como o primeiro classificado no exame de quarto ano. Aos doze anos, foi para Lisboa estudar no liceu Camões e, posteriormente, estudar na Faculdade de Direito (1953). Foi colega de Francisco Sá Carneiro, Jorge Sampaio e Pinto Balsemão. Todavia, o desencanto conduziu-o a desistir de Direito. Participou no primeiro congresso de escritores e artistas negros, em Paris, em 1956. Trabalhou com Senghor e Cesaire na Présence Africaine. Santos Lima foi o primeiro oficial negro do exército português, mas desertou para lutar pela independência de Angola. Desertou em Damasco, seguindo depois para Beirute, onde havia um núcleo nacionalista angolano, dirigido por Marcelino dos Santos. Coube-lhe a formação do Exército Popular de Libertação de Angola. Colecção que reproduz integralmente os textos das 1ªs edições. Distribuída com o Jornal Sol em 2015.