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Eu subi a Grande Muralha

LT003442
1988
Jaime Roseira

Disponib. - Em stock

€10
Mais detalhes
  • Ano
  • 1988
  • Código
  • LT003442
  • Detalhes físicos
  • Nº Páginas
  • 237

Descrição

O fascínio que a Inglaterra exerceu em Jorge de Sena foi, ao longo da sua vida, largamente patenteado em críticas, ensaios, traduções, conferências, mesmo em poemas. O que aqui se reúnem são as crónicas que, sob a rubrica «Cartas de Londres», foram lidas aos microfones da BBC, quer directamente, quer em gravação previamente feita. Incluem-se também duas palestras realizadas no Instituto Britânico do Porto, "resumos" de duas longas estadias feitas por Sena, em 1952 e 1957. As portas da China estão abertas aos estrangeiros, incluindo os Portugueses. O autor desembarcou com um cartão de estudante, disposto a trocar dinheiro no câmbio negro e aproveitar a ingenuidade sincera que ainda caracteriza os Chineses. As personagens são imaginárias, mas as situações rigorosamente verdadeiras. A China é suficientemente criativa para dispensar ficção. O livro pretende servir como um guia de viagem e mostrar que pode ser fácil e barato, acabando com a principal desculpa para não ir. Os Portugueses não viajaram tudo no século XVI e a China fica mais perto do que a lua. É o maior espectáculo do mundo, em cena há dois mil anos, como um bilião de figurantes presentes todos os dias para representar o papel das suas vidas.

LT003442
1988
Jaime Roseira
Disponib. - Em stock

Mais detalhes
  • Ano
  • 1988
  • Código
  • LT003442
  • Detalhes físicos

  • Nº Páginas
  • 237
Descrição
O fascínio que a Inglaterra exerceu em Jorge de Sena foi, ao longo da sua vida, largamente patenteado em críticas, ensaios, traduções, conferências, mesmo em poemas. O que aqui se reúnem são as crónicas que, sob a rubrica «Cartas de Londres», foram lidas aos microfones da BBC, quer directamente, quer em gravação previamente feita. Incluem-se também duas palestras realizadas no Instituto Britânico do Porto, "resumos" de duas longas estadias feitas por Sena, em 1952 e 1957. As portas da China estão abertas aos estrangeiros, incluindo os Portugueses. O autor desembarcou com um cartão de estudante, disposto a trocar dinheiro no câmbio negro e aproveitar a ingenuidade sincera que ainda caracteriza os Chineses. As personagens são imaginárias, mas as situações rigorosamente verdadeiras. A China é suficientemente criativa para dispensar ficção. O livro pretende servir como um guia de viagem e mostrar que pode ser fácil e barato, acabando com a principal desculpa para não ir. Os Portugueses não viajaram tudo no século XVI e a China fica mais perto do que a lua. É o maior espectáculo do mundo, em cena há dois mil anos, como um bilião de figurantes presentes todos os dias para representar o papel das suas vidas.