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o resto e silencio

O resto é silêncio

Augusto Monterroso
Disponib. - Em stock

€10
Mais detalhes
  • Ano
  • 2007
  • Colecção
  • Ovelha Negra
  • Idioma Original
  • Castelhano
  • Tradutor
  • Pedro Pyrrait
  • Capa
  • Maria Manuel Lacerda
  • Edição
  • 1
  • Código
  • LT001909
  • ISBN
  • 9789895552771
  • Detalhes físicos
  • Nº Páginas
  • 189

Descrição

Esta é a história de Eduardo Torres, cidadão ilustre de San Blas. Recorrendo a testemunhos, selectas, aforismos, ditos ou simples colaborações espontâneas, entre outros elementos de natureza biográfica, O Resto é Silêncio dá-nos a conhecer a vida e a obra de um homem que ao longo dos seus dias "chegou, viu e foi sempre vencido, quer pelos elementos, quer pelas naus inimigas". Compilado por um tal Augusto Monterroso, o texto esconde a sua natureza ficcional e apresenta-se como legítima homenagem biográfica a um pretenso intelectual portador dos grandes valores universais, o que vai sendo desmentido pelas estratégias textuais do próprio Augusto Monterroso. Desta forma, o autor apresenta-nos um mundo de equívocos, simulações e espelhos, onde a mestria narrativa, a retórica clássica, a ironia refinada, o humor inteligente e a intertextualidade (Melville, Cervantes ou... Monterroso) se combinam admiravelmente.

O resto é silêncio

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Augusto Monterroso
Disponib. - Em stock

Mais detalhes
  • Ano
  • 2007
  • Colecção
  • Ovelha Negra
  • Idioma Original
  • Castelhano
  • Tradutor
  • Pedro Pyrrait
  • Capa
  • Maria Manuel Lacerda
  • Edição
  • 1
  • Código
  • LT001909
  • ISBN
  • 9789895552771
  • Detalhes físicos

  • Nº Páginas
  • 189
Descrição
Esta é a história de Eduardo Torres, cidadão ilustre de San Blas. Recorrendo a testemunhos, selectas, aforismos, ditos ou simples colaborações espontâneas, entre outros elementos de natureza biográfica, O Resto é Silêncio dá-nos a conhecer a vida e a obra de um homem que ao longo dos seus dias "chegou, viu e foi sempre vencido, quer pelos elementos, quer pelas naus inimigas". Compilado por um tal Augusto Monterroso, o texto esconde a sua natureza ficcional e apresenta-se como legítima homenagem biográfica a um pretenso intelectual portador dos grandes valores universais, o que vai sendo desmentido pelas estratégias textuais do próprio Augusto Monterroso. Desta forma, o autor apresenta-nos um mundo de equívocos, simulações e espelhos, onde a mestria narrativa, a retórica clássica, a ironia refinada, o humor inteligente e a intertextualidade (Melville, Cervantes ou... Monterroso) se combinam admiravelmente.