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A filosofia na alcova

LT010070
2007
Marquês de Sade

Editora Bertrand
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

€12
Mais detalhes
  • Ano
  • 2007
  • Tradutor
  • Maria Emília Ferros Moura
  • Código
  • LT010070
  • Detalhes físicos
  • Dimensões
  • 13,00 x 21,00 x
  • Nº Páginas
  • 238

Descrição

Raras vezes um autor suscitou tanta polémica, ódios e desprezo como Sade. Nascido em pleno Iluminismo, passou cerca de 30 anos enclausurado em diversas prisões francesas, sistematicamente acusado de desrespeito à moral pública e aos bons costumes. Libertado em 1790, desempenha então uma acção política de relevo nos primórdios da Revolução mas volta a ser preso em 1793 e, por pouco, não é condenado à guilhotina. Finalmente, em 1804, é internado no hospício de Charenton, onde veio a falecer, em 1814, com 74 anos. Na sua vasta obra, A Filosofia na Alcova, que agora se apresenta, ocupa lugar de destaque por constituir uma síntese do pensamento e estilo do seu autor que, através das personagens de Madame de Saint-Ange, Eugénie, Madame de Mistival, Cavaleiro de Mirvel, Dolmancé, Augustin e Lapierre, elabora uma profunda crítica à sociedade francesa do século XVIII. Como em muitas das suas obras, muito para lá da sua aparente sexualidade demencial, a prosa elaborada por Sade em A Filosofia na Alcova encerra em si mesma um profundo estudo de natureza política, filosófica, social e psicológica que contribui para um melhor conhecimento do género humano nos seus mais obscuros recônditos.

A filosofia na alcova

€12

LT010070
2007
Marquês de Sade
Editora Bertrand
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

Mais detalhes
  • Ano
  • 2007
  • Tradutor
  • Maria Emília Ferros Moura
  • Código
  • LT010070
  • Detalhes físicos

  • Dimensões
  • 13,00 x 21,00 x
  • Nº Páginas
  • 238
Descrição

Raras vezes um autor suscitou tanta polémica, ódios e desprezo como Sade. Nascido em pleno Iluminismo, passou cerca de 30 anos enclausurado em diversas prisões francesas, sistematicamente acusado de desrespeito à moral pública e aos bons costumes. Libertado em 1790, desempenha então uma acção política de relevo nos primórdios da Revolução mas volta a ser preso em 1793 e, por pouco, não é condenado à guilhotina. Finalmente, em 1804, é internado no hospício de Charenton, onde veio a falecer, em 1814, com 74 anos. Na sua vasta obra, A Filosofia na Alcova, que agora se apresenta, ocupa lugar de destaque por constituir uma síntese do pensamento e estilo do seu autor que, através das personagens de Madame de Saint-Ange, Eugénie, Madame de Mistival, Cavaleiro de Mirvel, Dolmancé, Augustin e Lapierre, elabora uma profunda crítica à sociedade francesa do século XVIII. Como em muitas das suas obras, muito para lá da sua aparente sexualidade demencial, a prosa elaborada por Sade em A Filosofia na Alcova encerra em si mesma um profundo estudo de natureza política, filosófica, social e psicológica que contribui para um melhor conhecimento do género humano nos seus mais obscuros recônditos.