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A náusea xxx

A náusea xxx

LT003422
1963
Jean-Paul Sartre

Disponib. - Indisponível

€7
Mais detalhes
  • Ano
  • 1963
  • Colecção
  • Século XX
  • Idioma Original
  • Francês
  • Tradutor
  • António Coimbra Martins
  • Capa
  • Sebastião Rodrigues
  • Código
  • LT003422
  • Detalhes físicos
  • Nº Páginas
  • 309

Descrição

Após longas aventuras do Norte de África ao Extremo Oriente, o escritor francês Antoine Roquentin fixa-se na cidade provinciana de Bouville, afastado da família, de amigos, de tudo – exceto de si mesmo e das sensações e dos sentimentos que lhe provocam as pessoas, os objetos, os acontecimentos do dia a dia. A Náusea conta, em forma de diário íntimo e impressionista, a sua história, marcada pela presença constante de «uma felicidade modesta, uma felicidadezinha de náusea» que acabará por condicionar todas as suas ações, ou a falta delas. Através dos esforços de Roquentin por compreender a sua própria vida e aquilo que o rodeia, Jean-Paul Sartre constrói aqui, nesta que foi a sua estreia literária, uma análise dos problemas da existência humana, afirmando-o desde logo como um dos mais importantes nomes da filosofia existencialista. Publicado originalmente em 1938, este continua a ser um dos textos mais famosos da literatura francesa do século xx, aqui traduzido por António Coimbra Martins.

A náusea xxx

A náusea xxx €7

LT003422
1963
Jean-Paul Sartre
Disponib. - Indisponível

Mais detalhes
  • Ano
  • 1963
  • Colecção
  • Século XX
  • Idioma Original
  • Francês
  • Tradutor
  • António Coimbra Martins
  • Capa
  • Sebastião Rodrigues
  • Código
  • LT003422
  • Detalhes físicos

  • Nº Páginas
  • 309
Descrição

Após longas aventuras do Norte de África ao Extremo Oriente, o escritor francês Antoine Roquentin fixa-se na cidade provinciana de Bouville, afastado da família, de amigos, de tudo – exceto de si mesmo e das sensações e dos sentimentos que lhe provocam as pessoas, os objetos, os acontecimentos do dia a dia. A Náusea conta, em forma de diário íntimo e impressionista, a sua história, marcada pela presença constante de «uma felicidade modesta, uma felicidadezinha de náusea» que acabará por condicionar todas as suas ações, ou a falta delas. Através dos esforços de Roquentin por compreender a sua própria vida e aquilo que o rodeia, Jean-Paul Sartre constrói aqui, nesta que foi a sua estreia literária, uma análise dos problemas da existência humana, afirmando-o desde logo como um dos mais importantes nomes da filosofia existencialista. Publicado originalmente em 1938, este continua a ser um dos textos mais famosos da literatura francesa do século xx, aqui traduzido por António Coimbra Martins.