• 966 316 945 *
  • Contactos

A noiva judia xx

LT007914
1993
Pedro Paixão

Editora Cotovia
Idioma Português PT
Estado : Usado 4/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

€10
Mais detalhes
  • Ano
  • 1993
  • Edição
  • 4
  • Código
  • LT007914
  • Detalhes físicos
  • Nº Páginas
  • 101

Descrição

Com dedicatória do autor

Vinte e seis pequenas histórias compõem o livro de estreia de Pedro Paixão, que depressa conquistou os leitores. «Atravessamos o Tejo. Vamos sobre a água de brilhos metálicos em direcção a um clarão alaranjado que está do outro lado. Vamos à popa, contra o vento, mas não faz frio. Vamos agarrados. Ela dá-me um beijo na cara e sussurra-me: "O meu pai beijava-me assim". O amor é uma coisa no passado, muito longe. Temos pouco tempo mas não temos pressa, não temos que chegar a nenhum lado.» Imprensa:

«Pedro Paixão, aos 35 anos, escreve com a simplicidade e a calma mestria de quem sabe o justo valor das palavras. Nada fica por dizer e nunca diz demasiado.» - Helena Malheiro, Expresso;

«A literatura portuguesa está de boa saúde quando se produzem livros como A Noiva Judia.» - Cecília Barreira, Jornal de Letras.

A noiva judia xx

€10

LT007914
1993
Pedro Paixão
Editora Cotovia
Idioma Português PT
Estado : Usado 4/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

Mais detalhes
  • Ano
  • 1993
  • Edição
  • 4
  • Código
  • LT007914
  • Detalhes físicos

  • Nº Páginas
  • 101
Descrição

Com dedicatória do autor

Vinte e seis pequenas histórias compõem o livro de estreia de Pedro Paixão, que depressa conquistou os leitores. «Atravessamos o Tejo. Vamos sobre a água de brilhos metálicos em direcção a um clarão alaranjado que está do outro lado. Vamos à popa, contra o vento, mas não faz frio. Vamos agarrados. Ela dá-me um beijo na cara e sussurra-me: "O meu pai beijava-me assim". O amor é uma coisa no passado, muito longe. Temos pouco tempo mas não temos pressa, não temos que chegar a nenhum lado.» Imprensa:

«Pedro Paixão, aos 35 anos, escreve com a simplicidade e a calma mestria de quem sabe o justo valor das palavras. Nada fica por dizer e nunca diz demasiado.» - Helena Malheiro, Expresso;

«A literatura portuguesa está de boa saúde quando se produzem livros como A Noiva Judia.» - Cecília Barreira, Jornal de Letras.