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Antero de Quental - Cartas a Antonio de Azevedo Castelo Branco

LT019986
1942
Antero de Quental

Editora Signo
Idioma Português PT
Estado : Usado 3/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Em stock

€16
Mais detalhes
  • Ano
  • 1942
  • Código
  • LT019986
  • ISBN
  • 3513161355119
  • Detalhes físicos
  • Dimensões
  • 13,00 x 20,00 x
  • Nº Páginas
  • 112 + XXXII

Descrição

Prefácio e Notas de Adolfo Casais Monteiro.

«Embora sempre haja pessoas prontas a afirmar que do artista só a obra importa, dificilmente tal opinião terá probabilidades de prevalecer sôbre aquêle interêsse que se forma à volta da figura humana do artista, quando êle se tenha imposto ao fervor dos homens por uma obra em que se sentem representados, engrandecidos, tirados do seu nada. Quando surge um grande poeta, o comum dos mortais vê-se transfigurado nos versos dêle, encontra nêles algo que nunca saberia dizer, mas que pelo menos até certo ponto também lhe pertence — e logo quere saber mais sôbre êsse homem que fala em seu nome, em que se vê a si próprio como num espelho mágico que ‘deformasse’ as coisas — mas para as transfigurar.»


** Com assinatura de posse

Antero de Quental - Cartas a Antonio de Azevedo Castelo Branco

€16

LT019986
1942
Antero de Quental
Editora Signo
Idioma Português PT
Estado : Usado 3/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Em stock

Mais detalhes
  • Ano
  • 1942
  • Código
  • LT019986
  • ISBN
  • 3513161355119
  • Detalhes físicos

  • Dimensões
  • 13,00 x 20,00 x
  • Nº Páginas
  • 112 + XXXII
Descrição

Prefácio e Notas de Adolfo Casais Monteiro.

«Embora sempre haja pessoas prontas a afirmar que do artista só a obra importa, dificilmente tal opinião terá probabilidades de prevalecer sôbre aquêle interêsse que se forma à volta da figura humana do artista, quando êle se tenha imposto ao fervor dos homens por uma obra em que se sentem representados, engrandecidos, tirados do seu nada. Quando surge um grande poeta, o comum dos mortais vê-se transfigurado nos versos dêle, encontra nêles algo que nunca saberia dizer, mas que pelo menos até certo ponto também lhe pertence — e logo quere saber mais sôbre êsse homem que fala em seu nome, em que se vê a si próprio como num espelho mágico que ‘deformasse’ as coisas — mas para as transfigurar.»


** Com assinatura de posse