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As horas xxxxx

As horas xxxxx

LT003250
2000
Michael Cunningham

Disponib. - Indisponível

€7
Mais detalhes
  • Ano
  • 2000
  • Idioma Original
  • Inglês
  • Tradutor
  • Fernanda Pinto Rodrigues
  • Capa
  • Armando Lopes
  • Edição
  • 4
  • Código
  • LT003250
  • ISBN
  • 9789726627050
  • Detalhes físicos
  • Nº Páginas
  • 226

Descrição

O livro vencedor do Pulitzer não é uma reescrita, é um mergulho no abismo de Virginia Woolf, que traz à tona o que faz dele uma obra: o abismo singular do seu autor, com o seu próprio poeta demente (Richard, que podemos fazer equivaler a Septimus, mas também a Virginia), os seus beijos inesquecíveis (o de Clarissa e Richard, junto a uma lagoa, ao crepúsculo, e, sobretudo, o de Laura e Kitty, ajoelhadas no chão de uma cozinha na Los Angeles do pós-guerra), a sua cidade (da West e da Greenwich Villages, com os seus quiosques de flores, os seus garotos de patins, a sua experiência da sida, a sua sexualidade difusa, as suas horas monótonas, o seu brilho incandescente, as suas horas de desistir e as suas horas de ressuscitar), a Manhattan em que em vez do primeiro-ministro ou da Rainha as estrelas que suscitam burburinho quando saem à rua são Meryl Streep, Vanessa Redgrave ou Susan Sarandon, e em que a filha de Clarissa já não passeará etérea no vestido justo mas usará ténis como tijolos, um piercing e cabelo rapado. Alexandra Lucas Coelho, Público

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LT003250
2000
Michael Cunningham
Disponib. - Indisponível

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  • Ano
  • 2000
  • Idioma Original
  • Inglês
  • Tradutor
  • Fernanda Pinto Rodrigues
  • Capa
  • Armando Lopes
  • Edição
  • 4
  • Código
  • LT003250
  • ISBN
  • 9789726627050
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  • Nº Páginas
  • 226
Descrição

O livro vencedor do Pulitzer não é uma reescrita, é um mergulho no abismo de Virginia Woolf, que traz à tona o que faz dele uma obra: o abismo singular do seu autor, com o seu próprio poeta demente (Richard, que podemos fazer equivaler a Septimus, mas também a Virginia), os seus beijos inesquecíveis (o de Clarissa e Richard, junto a uma lagoa, ao crepúsculo, e, sobretudo, o de Laura e Kitty, ajoelhadas no chão de uma cozinha na Los Angeles do pós-guerra), a sua cidade (da West e da Greenwich Villages, com os seus quiosques de flores, os seus garotos de patins, a sua experiência da sida, a sua sexualidade difusa, as suas horas monótonas, o seu brilho incandescente, as suas horas de desistir e as suas horas de ressuscitar), a Manhattan em que em vez do primeiro-ministro ou da Rainha as estrelas que suscitam burburinho quando saem à rua são Meryl Streep, Vanessa Redgrave ou Susan Sarandon, e em que a filha de Clarissa já não passeará etérea no vestido justo mas usará ténis como tijolos, um piercing e cabelo rapado. Alexandra Lucas Coelho, Público