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Cantos de Maldoror

LT019765
1988
Lautréamont / Isidore Ducasse

Editora Fenda
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Em stock

€20
Mais detalhes
  • Ano
  • 1988
  • Tradutor
  • Pedro Tamen
  • Capa
  • João Bicker
  • Código
  • LT019765
  • Detalhes físicos
  • Dimensões
  • 16,00 x 24,00 x
  • Nº Páginas
  • 254

Descrição

«Surgidos na sequência de um pós-romantismo que prefigurava já a modernidade, “Os Cantos de Maldoror” têm hoje um estatuto histórico-literário inabalável. Experiência-limite da linguagem feita força e movimento, ímpio desafio às fronteiras e aos códigos literários, esfacelam normas, desfazem o horizonte de expectativas do leitor, pulverizam arcos temporais. [...] Seria difícil exagerar a importância desta nova edição de “Os Cantos de Maldoror”. Não por falta de outras, mas antes pelos méritos indesmentíveis desta. Entregue a Manuel de Freitas, tem esta versão tudo para cumprir a tumultuária jornada de Isadore Ducasse. Toda a riqueza imagética e vocabular se manteve na tradução, que não contorna obstáculos, nem toma a via mais arejada, pelo que o resultado final recupera o impacto nevrálgico de Ducasse, num ponto de chegada que é um marco fundamental da escrita – e não só da tradução – entre nós.» Hugo Pinto Santos, Expresso


LT019765
1988
Lautréamont / Isidore Ducasse
Editora Fenda
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Em stock

Mais detalhes
  • Ano
  • 1988
  • Tradutor
  • Pedro Tamen
  • Capa
  • João Bicker
  • Código
  • LT019765
  • Detalhes físicos

  • Dimensões
  • 16,00 x 24,00 x
  • Nº Páginas
  • 254
Descrição

«Surgidos na sequência de um pós-romantismo que prefigurava já a modernidade, “Os Cantos de Maldoror” têm hoje um estatuto histórico-literário inabalável. Experiência-limite da linguagem feita força e movimento, ímpio desafio às fronteiras e aos códigos literários, esfacelam normas, desfazem o horizonte de expectativas do leitor, pulverizam arcos temporais. [...] Seria difícil exagerar a importância desta nova edição de “Os Cantos de Maldoror”. Não por falta de outras, mas antes pelos méritos indesmentíveis desta. Entregue a Manuel de Freitas, tem esta versão tudo para cumprir a tumultuária jornada de Isadore Ducasse. Toda a riqueza imagética e vocabular se manteve na tradução, que não contorna obstáculos, nem toma a via mais arejada, pelo que o resultado final recupera o impacto nevrálgico de Ducasse, num ponto de chegada que é um marco fundamental da escrita – e não só da tradução – entre nós.» Hugo Pinto Santos, Expresso