«Surgidos na sequência de um pós-romantismo que prefigurava já a modernidade, “Os Cantos de Maldoror” têm hoje um estatuto histórico-literário inabalável. Experiência-limite da linguagem feita força e movimento, ímpio desafio às fronteiras e aos códigos literários, esfacelam normas, desfazem o horizonte de expectativas do leitor, pulverizam arcos temporais. [...] Seria difícil exagerar a importância desta nova edição de “Os Cantos de Maldoror”. Não por falta de outras, mas antes pelos méritos indesmentíveis desta. Entregue a Manuel de Freitas, tem esta versão tudo para cumprir a tumultuária jornada de Isadore Ducasse. Toda a riqueza imagética e vocabular se manteve na tradução, que não contorna obstáculos, nem toma a via mais arejada, pelo que o resultado final recupera o impacto nevrálgico de Ducasse, num ponto de chegada que é um marco fundamental da escrita – e não só da tradução – entre nós.» Hugo Pinto Santos, Expresso
«Surgidos na sequência de um pós-romantismo que prefigurava já a modernidade, “Os Cantos de Maldoror” têm hoje um estatuto histórico-literário inabalável. Experiência-limite da linguagem feita força e movimento, ímpio desafio às fronteiras e aos códigos literários, esfacelam normas, desfazem o horizonte de expectativas do leitor, pulverizam arcos temporais. [...] Seria difícil exagerar a importância desta nova edição de “Os Cantos de Maldoror”. Não por falta de outras, mas antes pelos méritos indesmentíveis desta. Entregue a Manuel de Freitas, tem esta versão tudo para cumprir a tumultuária jornada de Isadore Ducasse. Toda a riqueza imagética e vocabular se manteve na tradução, que não contorna obstáculos, nem toma a via mais arejada, pelo que o resultado final recupera o impacto nevrálgico de Ducasse, num ponto de chegada que é um marco fundamental da escrita – e não só da tradução – entre nós.» Hugo Pinto Santos, Expresso