• 967 224 138
  • Contactos
Contos de morte

Contos de morte

Pepetela
Disponib. - Por encomenda

€6
Mais detalhes
  • Ano
  • 2008
  • Código
  • LT002008
  • ISBN
  • 9789899559738
  • Detalhes físicos
  • Nº Páginas
  • 94

Descrição

São alguns contos que percorrem muitos anos e talvez maneiras diferentes de olhar o mundo. O primeiro e mais antigo, "A Revelação", situa-se no iniciar da luta pela libertação de Angola, quando os motivos eram fortemente raciais e menos políticos, em primeiro lugar, e perfilava-se a descoberta de outra maneira de apreciar o que parecia acontecer. Também o autor era jovem e aprendia. Outros contos são mais recentes, embora alguns tentem evocar ambientes antigos, de eras passadas, como "Estranhos Pássaros", conto para servir de introdução ao canto V de "Os Lusíadas", a pedido da revista Expresso, ou mesmo "Mandioca de Feitiço", numa homenagem a Miguel Torga para a Câmara de Sintra ou "Caixão do Molhado", escrito para uma antologia de Porto, Capital Europeia da Cultura, em que se rememora a época colonial e a posterior. "O nosso País é bué" retrata claramente um ambiente pós-colonial e os mitos criados por nós próprios, muitas vezes independentemente da nossa vontade. De facto, mais de quarenta anos separam o mais antigo do mais moderno. Talvez haja pontos comuns na maneira de ver o mundo, embora o autor tenha forçosamente mudado. Mas pode ser que as realidades focadas não sejam afinal tão diferentes assim, ou pelo menos haja alguns fios de ligação. O Mundo, esse, continua a andar à roda e a confundir todos.

Contos de morte

Contos de morte €6

Pepetela
Disponib. - Por encomenda

Mais detalhes
  • Ano
  • 2008
  • Código
  • LT002008
  • ISBN
  • 9789899559738
  • Detalhes físicos

  • Nº Páginas
  • 94
Descrição

São alguns contos que percorrem muitos anos e talvez maneiras diferentes de olhar o mundo. O primeiro e mais antigo, "A Revelação", situa-se no iniciar da luta pela libertação de Angola, quando os motivos eram fortemente raciais e menos políticos, em primeiro lugar, e perfilava-se a descoberta de outra maneira de apreciar o que parecia acontecer. Também o autor era jovem e aprendia. Outros contos são mais recentes, embora alguns tentem evocar ambientes antigos, de eras passadas, como "Estranhos Pássaros", conto para servir de introdução ao canto V de "Os Lusíadas", a pedido da revista Expresso, ou mesmo "Mandioca de Feitiço", numa homenagem a Miguel Torga para a Câmara de Sintra ou "Caixão do Molhado", escrito para uma antologia de Porto, Capital Europeia da Cultura, em que se rememora a época colonial e a posterior. "O nosso País é bué" retrata claramente um ambiente pós-colonial e os mitos criados por nós próprios, muitas vezes independentemente da nossa vontade. De facto, mais de quarenta anos separam o mais antigo do mais moderno. Talvez haja pontos comuns na maneira de ver o mundo, embora o autor tenha forçosamente mudado. Mas pode ser que as realidades focadas não sejam afinal tão diferentes assim, ou pelo menos haja alguns fios de ligação. O Mundo, esse, continua a andar à roda e a confundir todos.