«Passadas as onze horas da noite, nenhum movimento se ouvia nas ruas da cidade de Maria-Teresa. O guarda-nocturno passava junto da ponte, na praça principal, um cão escuro rondava, ao fundo da álea, na escuridão, por detrás do último candeeiro de gás. Uma mulher, de cabeça envolvida num lenço de seda, atravessava a rua, para ir, provavelmente, à farmácia. Ouviam-se os violinos ciganos do “Capítulo”, onde os dragões patuscavam e quebravam copos.»
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«Passadas as onze horas da noite, nenhum movimento se ouvia nas ruas da cidade de Maria-Teresa. O guarda-nocturno passava junto da ponte, na praça principal, um cão escuro rondava, ao fundo da álea, na escuridão, por detrás do último candeeiro de gás. Uma mulher, de cabeça envolvida num lenço de seda, atravessava a rua, para ir, provavelmente, à farmácia. Ouviam-se os violinos ciganos do “Capítulo”, onde os dragões patuscavam e quebravam copos.»