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Excertos dos diários de Adão e Eva

LT009907
2007
Mark Twain

Editora Cavalo de Ferro
Idioma Português PT
Estado : Como Novo
Encadernação : Capa dura, com sobrecapa
Disponib. - Indisponível

€11
Mais detalhes
  • Ano
  • 2007
  • Tradutor
  • Hugo Freitas Xavier
  • Edição
  • 2
  • Código
  • LT009907
  • Detalhes físicos
  • Nº Páginas
  • 89

Descrição

Ilustrado por Pedro Lourenço

Publicados entre 1904 e 1906 estes Diários, "traduzidos do manuscrito original", causaram sensação à época, tendo mesmo sido banidos das bibliotecas de alguns estados americanos. O humor de Mark Twain subverte e recria, em ambiente de guerra dos sexos, a história bíblica.

«Segunda-feira. Este novo ser de cabelo longo é um valente empecilho. Anda sempre à minha volta e segue-me para todo o lado. Não gosto disto; não estou habituado a ter companhia. Preferia que ficasse com os outros animais. Terça-feira. Não posso nunca dar nome a nada. O novo ser dá nome a tudo o que aparece antes de eu poder esboçar um protesto. E o pretexto é sempre o mesmo: parece ser aquilo. Por exemplo um dodo, diz que, logo que se avista um, percebe-se que «parece um dodo». Vai ter de passar a chamar-se assim, sem dúvida. Desgasta-me tentar discutir sobre isso e nem vale a pena, de qualquer maneira. Dodo! Parece-se tanto com um dodo como eu!»

Excertos dos diários de Adão e Eva

€11

LT009907
2007
Mark Twain
Editora Cavalo de Ferro
Idioma Português PT
Estado : Como Novo
Encadernação : Capa dura, com sobrecapa
Disponib. - Indisponível

Mais detalhes
  • Ano
  • 2007
  • Tradutor
  • Hugo Freitas Xavier
  • Edição
  • 2
  • Código
  • LT009907
  • Detalhes físicos

  • Nº Páginas
  • 89
Descrição

Ilustrado por Pedro Lourenço

Publicados entre 1904 e 1906 estes Diários, "traduzidos do manuscrito original", causaram sensação à época, tendo mesmo sido banidos das bibliotecas de alguns estados americanos. O humor de Mark Twain subverte e recria, em ambiente de guerra dos sexos, a história bíblica.

«Segunda-feira. Este novo ser de cabelo longo é um valente empecilho. Anda sempre à minha volta e segue-me para todo o lado. Não gosto disto; não estou habituado a ter companhia. Preferia que ficasse com os outros animais. Terça-feira. Não posso nunca dar nome a nada. O novo ser dá nome a tudo o que aparece antes de eu poder esboçar um protesto. E o pretexto é sempre o mesmo: parece ser aquilo. Por exemplo um dodo, diz que, logo que se avista um, percebe-se que «parece um dodo». Vai ter de passar a chamar-se assim, sem dúvida. Desgasta-me tentar discutir sobre isso e nem vale a pena, de qualquer maneira. Dodo! Parece-se tanto com um dodo como eu!»