Carlos de Oliveira leva-nos a Finisterra – paisagem e povoamento, para ambientes crus e ásperos. Vive-se o passado numa viagem onde a memória é desenraizada e projectada numa ambiência mágica e fantasmagórica, dando-se origem a uma construção temporal e espacial única na literatura portuguesa. O homem regressa à terra natal, à casa natal, reconhece os traços da infância nos objectos, no pó espesso que os cobre, na luz filtrada pela janela, no silêncio da noite. Onde a terra acaba e o eco começa. Onde a paisagem se reconhece nas suas raízes e o povoamento se enche de lembranças.
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Carlos de Oliveira leva-nos a Finisterra – paisagem e povoamento, para ambientes crus e ásperos. Vive-se o passado numa viagem onde a memória é desenraizada e projectada numa ambiência mágica e fantasmagórica, dando-se origem a uma construção temporal e espacial única na literatura portuguesa. O homem regressa à terra natal, à casa natal, reconhece os traços da infância nos objectos, no pó espesso que os cobre, na luz filtrada pela janela, no silêncio da noite. Onde a terra acaba e o eco começa. Onde a paisagem se reconhece nas suas raízes e o povoamento se enche de lembranças.