Num futuro de banalidade desenfreada, a humanidade encontra-se insensível a tudo, exceto aos estímulos mais intensos. O cinema, o teatro, a televisão, os livros, falham em saciar a fome de diversão das massas. O ser humano deseja mais… deseja sonhar. E é então que surgem os Sonhos. Concebidos originalmente como uma ferramenta psiquiátrica, as grandes empresas não demoram a perceber o seu potencial como espetáculo de massas. E os governos também não. Assim começa a escalada. As grandes redes de comunicação vêem os enormes lucros que este novo meio de contar histórias às pessoas lhes pode trazer; os governos vêem a possibilidade de carregar os Sonhos com mensagens subliminares que lhes permitam controlar uma população cada vez mais anárquica.
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Num futuro de banalidade desenfreada, a humanidade encontra-se insensível a tudo, exceto aos estímulos mais intensos. O cinema, o teatro, a televisão, os livros, falham em saciar a fome de diversão das massas. O ser humano deseja mais… deseja sonhar. E é então que surgem os Sonhos. Concebidos originalmente como uma ferramenta psiquiátrica, as grandes empresas não demoram a perceber o seu potencial como espetáculo de massas. E os governos também não. Assim começa a escalada. As grandes redes de comunicação vêem os enormes lucros que este novo meio de contar histórias às pessoas lhes pode trazer; os governos vêem a possibilidade de carregar os Sonhos com mensagens subliminares que lhes permitam controlar uma população cada vez mais anárquica.