«Firmados com o nome João Falco estão os três números da Colecção À Pena, todos de 1940: Lisboa e quem cá vive são os números 1 e 3 (crónicas mais tarde recolhidas em volume), e o número dois, Folhas volantes, é composto por poemas. Dê-se atenção às notas prévias destes preciosos cadernos. No número 1 explica-se assim de que se trata: "Com este folheto se inicia uma colecção de pequenas novelas e crónicas, cujo assunto é o que de mais vulgar cada um de nós pode surpreender. O folheto nº 1 tem o título de Lisboa e quem cá vive (…). Lisboa dá muito pano para mangas. Basta só atentar um pouco na pulsação da sua vida quotidiana! Mas Lisboa abre as suas portas e delas se sai para a província e para onde se quer. O folheto “À Pena” também tenciona viajar e levar consigo o seu leitor. À Pena quer dizer: como a pena, instrumento de quem escreve, se comporta em face das coisas deste mundo!"» Paula Morão
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«Firmados com o nome João Falco estão os três números da Colecção À Pena, todos de 1940: Lisboa e quem cá vive são os números 1 e 3 (crónicas mais tarde recolhidas em volume), e o número dois, Folhas volantes, é composto por poemas. Dê-se atenção às notas prévias destes preciosos cadernos. No número 1 explica-se assim de que se trata: "Com este folheto se inicia uma colecção de pequenas novelas e crónicas, cujo assunto é o que de mais vulgar cada um de nós pode surpreender. O folheto nº 1 tem o título de Lisboa e quem cá vive (…). Lisboa dá muito pano para mangas. Basta só atentar um pouco na pulsação da sua vida quotidiana! Mas Lisboa abre as suas portas e delas se sai para a província e para onde se quer. O folheto “À Pena” também tenciona viajar e levar consigo o seu leitor. À Pena quer dizer: como a pena, instrumento de quem escreve, se comporta em face das coisas deste mundo!"» Paula Morão