Conhecido sobretudo pelas suas histórias dos mares, Joseph Conrad (1857-1924) é um dos maiores escritores de língua inglesa (isto apesar de ser filho de pais polacos e ter nascido na Ucrânia, na altura dominada pela Rússia) e viria a ter uma grande influência no movimento Modernista.
O Agente Secreto, o indolente Adolphe Verloc, é um agitador profissional ao serviço de uma embaixada. Apaixonado por Winnie, a sua mulher, que casara com ele para garantir uma vida tranquila para o irmão mais novo, Verloc é forçado a sair da sua modorra quando o secretário da embaixada para a qual trabalha lhe exige que leve a cabo um atentado de modo a obrigar a polícia a desempenhar uma acção repressiva contra os anarquistas revolucionários. Sem outra alternativa a não ser cumprir a ordem que lhe é dada, Verloc decide lançar um engenho explosivo contra o Observatório de Greenwich, o símbolo máximo do espírito científico que reinava na altura. No entanto, algo corre muito mal.
Publicado pela primeira vez em 1907, é um estudo subtil de espionagem num meio agitado por anarquistas e socialistas na Inglaterra ao tempo do rei Edward, com influências de Dickens e Dostoievski. Há quem o intitule um dos maiores romances policiais de sempre.
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Conhecido sobretudo pelas suas histórias dos mares, Joseph Conrad (1857-1924) é um dos maiores escritores de língua inglesa (isto apesar de ser filho de pais polacos e ter nascido na Ucrânia, na altura dominada pela Rússia) e viria a ter uma grande influência no movimento Modernista.
O Agente Secreto, o indolente Adolphe Verloc, é um agitador profissional ao serviço de uma embaixada. Apaixonado por Winnie, a sua mulher, que casara com ele para garantir uma vida tranquila para o irmão mais novo, Verloc é forçado a sair da sua modorra quando o secretário da embaixada para a qual trabalha lhe exige que leve a cabo um atentado de modo a obrigar a polícia a desempenhar uma acção repressiva contra os anarquistas revolucionários. Sem outra alternativa a não ser cumprir a ordem que lhe é dada, Verloc decide lançar um engenho explosivo contra o Observatório de Greenwich, o símbolo máximo do espírito científico que reinava na altura. No entanto, algo corre muito mal.
Publicado pela primeira vez em 1907, é um estudo subtil de espionagem num meio agitado por anarquistas e socialistas na Inglaterra ao tempo do rei Edward, com influências de Dickens e Dostoievski. Há quem o intitule um dos maiores romances policiais de sempre.