Uma mulher está de cama com febre. De repente, sente a necessidade premente de reler um romance em particular. Na página de rosto, depara com uma dedicatória: uma mensagem de melhoras de uma ex-namorada. Ao folhear o livro, páginas do seu passado começam a ganhar vida, coisas que ela não consegue esquecer e pessoas que não podem ser esquecidas: Johanna, a ex-namorada da dedicatória, que é agora uma famosa apresentadora de rádio; Niki, a amiga que desapareceu há anos sem deixar um número de telefone ou uma morada ou um rasto na Internet; Alejandro, que aparece como uma tempestade precisamente no momento certo; e Birgitte, uma mulher traumatizada e consumida pela ansiedade, cujo carácter evasivo esconde um segredo doloroso. Os Detalhes é um romance construído à volta de quatro retratos, revelando os pequenos detalhes que, juntos, compõem uma vida. Quem é o sujeito real do retrato, a pessoa que está a ser pintada ou a pessoa que segura no pincel? Será que nos tornamos plenamente nós próprios através das nossas conexões com os outros? Pode um ente querido desaparecer de facto?
Uma mulher está de cama com febre. De repente, sente a necessidade premente de reler um romance em particular. Na página de rosto, depara com uma dedicatória: uma mensagem de melhoras de uma ex-namorada. Ao folhear o livro, páginas do seu passado começam a ganhar vida, coisas que ela não consegue esquecer e pessoas que não podem ser esquecidas: Johanna, a ex-namorada da dedicatória, que é agora uma famosa apresentadora de rádio; Niki, a amiga que desapareceu há anos sem deixar um número de telefone ou uma morada ou um rasto na Internet; Alejandro, que aparece como uma tempestade precisamente no momento certo; e Birgitte, uma mulher traumatizada e consumida pela ansiedade, cujo carácter evasivo esconde um segredo doloroso. Os Detalhes é um romance construído à volta de quatro retratos, revelando os pequenos detalhes que, juntos, compõem uma vida. Quem é o sujeito real do retrato, a pessoa que está a ser pintada ou a pessoa que segura no pincel? Será que nos tornamos plenamente nós próprios através das nossas conexões com os outros? Pode um ente querido desaparecer de facto?