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Profissão exilado

LT007134
1976
Manuel Vinhas

Editora Meridiano
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Em stock

€21
Mais detalhes
  • Ano
  • 1976
  • Código
  • LT007134
  • Detalhes físicos
  • Dimensões
  • 14,00 x 20,00
  • Nº Páginas
  • 198

Descrição

Prefácio de Agostinho da Silva.

Texto das badanas de Luiz Pacheco.

Nascido em Lisboa, no dia 26 de julho de 1920, Manoel Carvalho Brito das Vinhas foi um homem metódico que se notabilizou como empresário, mecenas e activista social, e viveu entre Lisboa e Estoril, Luanda, Zambujal e Salvador da Bahia. Foi o principal apoio de artistas entretanto consagrados como Luiz Pacheco, Raúl Solnado, Júlio Pomar, Cruzeiro Seixas e Almada Negreiros, e chegou também a ser dirigente do Sporting Clube de Portugal. Próximo de Salazar e amigo íntimo das principais figuras da realeza europeia exilada no Estoril, era também defensor da autonomia das províncias ultramarinas e organizava caçadas para os empregados, com quem foi dos primeiros empresários a partilhar lucros — motivos mais do que suficientes para chamar a atenção da PIDE, que entre 1961 e 1969, o manteve sob vigilância apertada. Morreu há 40 anos, no Brasil, onde se exilou em 1974. Tinha apenas 57 anos.

Profissão exilado

€21

LT007134
1976
Manuel Vinhas
Editora Meridiano
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Em stock

Mais detalhes
  • Ano
  • 1976
  • Código
  • LT007134
  • Detalhes físicos

  • Dimensões
  • 14,00 x 20,00
  • Nº Páginas
  • 198
Descrição

Prefácio de Agostinho da Silva.

Texto das badanas de Luiz Pacheco.

Nascido em Lisboa, no dia 26 de julho de 1920, Manoel Carvalho Brito das Vinhas foi um homem metódico que se notabilizou como empresário, mecenas e activista social, e viveu entre Lisboa e Estoril, Luanda, Zambujal e Salvador da Bahia. Foi o principal apoio de artistas entretanto consagrados como Luiz Pacheco, Raúl Solnado, Júlio Pomar, Cruzeiro Seixas e Almada Negreiros, e chegou também a ser dirigente do Sporting Clube de Portugal. Próximo de Salazar e amigo íntimo das principais figuras da realeza europeia exilada no Estoril, era também defensor da autonomia das províncias ultramarinas e organizava caçadas para os empregados, com quem foi dos primeiros empresários a partilhar lucros — motivos mais do que suficientes para chamar a atenção da PIDE, que entre 1961 e 1969, o manteve sob vigilância apertada. Morreu há 40 anos, no Brasil, onde se exilou em 1974. Tinha apenas 57 anos.