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Queer – William Burroughs

LT010479
2005
William S. Burroughs

Editora Editorial Notícias
Idioma Português PT
Estado : Como Novo
Encadernação : Brochado
Disponib. - Em stock

€11
Mais detalhes
  • Ano
  • 2005
  • Tradutor
  • José Luís Luna
  • Edição
  • 1
  • Código
  • LT010479
  • Detalhes físicos
  • Nº Páginas
  • 150

Descrição

É implacavelmente pessoal, mas também deslumbrantemente político, uma narrativa de aspeto realista que irrompe nas mais fantásticas fantasias, incluindo matérias de tom tão indeterminado que é difícil saber se havemos de desatar aos uivos de riso ou de consternação. Uma vez que não há livros "convencionais" [straight] na obra de Burroughs - cada um deles podia intitular-se Queer - o seu segundo romance é perversamente típico e corresponde ao significado do título como substantivo (homossexual - usado pejorativamente ou com orgulho), adjetivo (esquisito, falso, dúbio), e verbo (frustrar, irritar, desorientar). É verdade que, desde a sua escrita em 1952 até à sua publicação tardia em 1958 e à reputação que o acompanhou ao longo dos vinte e cinco anos que se seguiram, tudo em Queer é desconcertante. O tiro que matou Joan Vollmer teve um peso imenso na lenda de Burroughs e dos círculos Beat por razões óbvias, mas a associação dessa morte ao segundo romance só veio a fazer-se por volta de 1985, graças a duas linhas, que são mais citadas do que quaisquer outras que Burroughs tenha escrito: "o livro é motivado e moldado por um acontecimento que nunca é mencionado, antes é de facto cuidadosamente evitado: a morte acidental da minha mulher, Joan, com um tiro, em setembro de 1951", e "Sou forçado a chegar à perturbante conclusão de que nunca viria a tornar-me escritor se não fosse a morte de Joan."

Queer – William Burroughs

€11

LT010479
2005
William S. Burroughs
Editora Editorial Notícias
Idioma Português PT
Estado : Como Novo
Encadernação : Brochado
Disponib. - Em stock

Mais detalhes
  • Ano
  • 2005
  • Tradutor
  • José Luís Luna
  • Edição
  • 1
  • Código
  • LT010479
  • Detalhes físicos

  • Nº Páginas
  • 150
Descrição

É implacavelmente pessoal, mas também deslumbrantemente político, uma narrativa de aspeto realista que irrompe nas mais fantásticas fantasias, incluindo matérias de tom tão indeterminado que é difícil saber se havemos de desatar aos uivos de riso ou de consternação. Uma vez que não há livros "convencionais" [straight] na obra de Burroughs - cada um deles podia intitular-se Queer - o seu segundo romance é perversamente típico e corresponde ao significado do título como substantivo (homossexual - usado pejorativamente ou com orgulho), adjetivo (esquisito, falso, dúbio), e verbo (frustrar, irritar, desorientar). É verdade que, desde a sua escrita em 1952 até à sua publicação tardia em 1958 e à reputação que o acompanhou ao longo dos vinte e cinco anos que se seguiram, tudo em Queer é desconcertante. O tiro que matou Joan Vollmer teve um peso imenso na lenda de Burroughs e dos círculos Beat por razões óbvias, mas a associação dessa morte ao segundo romance só veio a fazer-se por volta de 1985, graças a duas linhas, que são mais citadas do que quaisquer outras que Burroughs tenha escrito: "o livro é motivado e moldado por um acontecimento que nunca é mencionado, antes é de facto cuidadosamente evitado: a morte acidental da minha mulher, Joan, com um tiro, em setembro de 1951", e "Sou forçado a chegar à perturbante conclusão de que nunca viria a tornar-me escritor se não fosse a morte de Joan."