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Roteiro sentimental Douro xx

LT006462

Manuel Mendes

Editora Afrontamento
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

€8
Mais detalhes
  • Código
  • LT006462

Descrição

Estas crónicas são as histórias e as impressões que o autor recolheu, em contato com a gente humilde da Região - rurais, pescadores, barqueiros (os que atravessam o rio de um lado para o outro), marinheiros (os que traziam o vinho do Alto Douro até à Foz), profissionais de vários ofícios, alguns hoje em vias de se perder, contadores populares de histórias, memórias esparsas da Região... Escritas entre 1961 e 1963, estas crónicas de viagem constituem o testemunho de uma época em que o Douro mantinha ainda uma imagem fortemente marcada pela tradicionalidade, bem próxima da que nos deixaram os registos fotográficos da Casa Alvão ou da Foto Beleza para os anos trinta e quarente, ou mesmo de Emílio Biel para o início do século XX, mas em que já se entrevêem processos que viriam mudar, indelevelmente, nessa década e nas seguintes, a paisagem física e humana da região. Nessa perspectiva pode considerar-se um testemunho histórico. da apresentação, Gaspar Martins Pereira

«Manuel Mendes foi um excelente escritor, hoje bastante esquecido, infelizmente. Foi uma personalidade fascinante, de uma imensa riqueza humana, político e conspirador intemerato contra a ditadura, amador de artes plásticas, escultor nas horas vagas, extraordinário contador de histórias divertidas, de humor simultaneamente enternecido e sarcástico, que passou a vida, desde rapaz, condenado a um completo ostracismo político, embora cercado de amigos e admiradores.» do prefácio, Mário Soares.

Roteiro sentimental Douro xx

€8

LT006462

Manuel Mendes
Editora Afrontamento
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

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Descrição

Estas crónicas são as histórias e as impressões que o autor recolheu, em contato com a gente humilde da Região - rurais, pescadores, barqueiros (os que atravessam o rio de um lado para o outro), marinheiros (os que traziam o vinho do Alto Douro até à Foz), profissionais de vários ofícios, alguns hoje em vias de se perder, contadores populares de histórias, memórias esparsas da Região... Escritas entre 1961 e 1963, estas crónicas de viagem constituem o testemunho de uma época em que o Douro mantinha ainda uma imagem fortemente marcada pela tradicionalidade, bem próxima da que nos deixaram os registos fotográficos da Casa Alvão ou da Foto Beleza para os anos trinta e quarente, ou mesmo de Emílio Biel para o início do século XX, mas em que já se entrevêem processos que viriam mudar, indelevelmente, nessa década e nas seguintes, a paisagem física e humana da região. Nessa perspectiva pode considerar-se um testemunho histórico. da apresentação, Gaspar Martins Pereira

«Manuel Mendes foi um excelente escritor, hoje bastante esquecido, infelizmente. Foi uma personalidade fascinante, de uma imensa riqueza humana, político e conspirador intemerato contra a ditadura, amador de artes plásticas, escultor nas horas vagas, extraordinário contador de histórias divertidas, de humor simultaneamente enternecido e sarcástico, que passou a vida, desde rapaz, condenado a um completo ostracismo político, embora cercado de amigos e admiradores.» do prefácio, Mário Soares.