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Se não agora, quando? xx

LT007478

Primo Levi

Editora Dom Quixote
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

€10
Mais detalhes
  • Colecção
  • Ficção Universal 33
  • Idioma Original
  • Italiano
  • Tradutor
  • José Colaço Barreiros
  • Código
  • LT007478
  • Detalhes físicos
  • Dimensões
  • 16,00 x 23,00
  • Nº Páginas
  • 328

Descrição

Primo Levi, prisioneiro em Auschwitz, afasta-se do memorialismo mais direto para transformar em matéria romanesca a sua intensa experiência dos dramas da Segunda Guerra Mundial. Em Se não agora, quando? - o seu livro mais extenso e o único a que chamou abertamente de romance - Primo Levi conta-nos a história de um bando de judeus que, desgarrando-se do Exército Vermelho na Bielorrússia, em 1943, atravessa a Polónia e a Alemanha rumo à Itália. Ao longo dessa caminhada de dois mil quilómetros, as personagens juntam-se à luta da Resistência, vivem o medo, entram em conflito ou solidarizam-se entre si, sempre rodeados pela morte, mas sem que Primo Levi renuncie a um humor subtil para caracterizá-las.

Se não agora, quando? xx

€10

LT007478

Primo Levi
Editora Dom Quixote
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

Mais detalhes
  • Colecção
  • Ficção Universal 33
  • Idioma Original
  • Italiano
  • Tradutor
  • José Colaço Barreiros
  • Código
  • LT007478
  • Detalhes físicos

  • Dimensões
  • 16,00 x 23,00
  • Nº Páginas
  • 328
Descrição

Primo Levi, prisioneiro em Auschwitz, afasta-se do memorialismo mais direto para transformar em matéria romanesca a sua intensa experiência dos dramas da Segunda Guerra Mundial. Em Se não agora, quando? - o seu livro mais extenso e o único a que chamou abertamente de romance - Primo Levi conta-nos a história de um bando de judeus que, desgarrando-se do Exército Vermelho na Bielorrússia, em 1943, atravessa a Polónia e a Alemanha rumo à Itália. Ao longo dessa caminhada de dois mil quilómetros, as personagens juntam-se à luta da Resistência, vivem o medo, entram em conflito ou solidarizam-se entre si, sempre rodeados pela morte, mas sem que Primo Levi renuncie a um humor subtil para caracterizá-las.