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Sob céus estranhos xxxxxxxx

Sob céus estranhos xxxxxxxx

Ilse Losa
Disponib. - Por encomenda

€5
Mais detalhes
  • Ano
  • 1992
  • Colecção
  • Fixões
  • Capa
  • Ângela Melo, a partir de quadro de Alvarez
  • Edição
  • 3
  • Código
  • LT002013
  • Detalhes físicos
  • Nº Páginas
  • 182

Descrição

«Será preciso chegar a autora de Sob Céus Estranhos para nos dar, a propósito do tema da adaptação de um imigrado judeu, o mais perfeito retrato da cidade do Porto dos anos 40 (para não dizer o único retrato), que continua a estar certo para a cidade do Porto dos anos 60, como talvez venha a estar para a dos anos 80, ou mesmo mais. Sob Céus Estranhos é um livro novo na sua bibliografia e, sem qualquer exagero, um belo livro. Beleza que não é aparente dos estilos labo-riosos, engalanados de ver a Deus, mas a que resulta de uma linguagem simples, linear, discretamente poética, façanha sempre singular quando brota de alguém que só na idade adulta ouviu pela primeira vez o idioma que nessa linguagem se vasou». Alexandre Pinheiro Torres

Sob céus estranhos xxxxxxxx

Sob céus estranhos xxxxxxxx €5

Ilse Losa
Disponib. - Por encomenda

Mais detalhes
  • Ano
  • 1992
  • Colecção
  • Fixões
  • Capa
  • Ângela Melo, a partir de quadro de Alvarez
  • Edição
  • 3
  • Código
  • LT002013
  • Detalhes físicos

  • Nº Páginas
  • 182
Descrição

«Será preciso chegar a autora de Sob Céus Estranhos para nos dar, a propósito do tema da adaptação de um imigrado judeu, o mais perfeito retrato da cidade do Porto dos anos 40 (para não dizer o único retrato), que continua a estar certo para a cidade do Porto dos anos 60, como talvez venha a estar para a dos anos 80, ou mesmo mais. Sob Céus Estranhos é um livro novo na sua bibliografia e, sem qualquer exagero, um belo livro. Beleza que não é aparente dos estilos labo-riosos, engalanados de ver a Deus, mas a que resulta de uma linguagem simples, linear, discretamente poética, façanha sempre singular quando brota de alguém que só na idade adulta ouviu pela primeira vez o idioma que nessa linguagem se vasou». Alexandre Pinheiro Torres