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Tanguy - Michel del Castillo

LT019111
1961
Michel del Castillo

Editora Presença
Idioma Português PT
Estado : Usado 4/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Em stock

€10
Mais detalhes
  • Ano
  • 1961
  • Tradutor
  • Maria Luísa Prates
  • Capa
  • Alves Martins
  • Código
  • LT019111
  • Detalhes físicos
  • Dimensões
  • 12,00 x 19,00 x
  • Nº Páginas
  • 264

Descrição

«Primeiro romance publicado por mim. Tanguy não era aquele grito do coração que muitos queriam ouvir nele. Não é fruto de uma necessidade biográfica. O seu modelo não é o testemunho: encontra-se nos autores que eu estudava com fervor, nomeadamente Dostoiévski. Eu não romancava a minha vida, eu biografava o romance. É precisamente neste ponto, a exemplaridade de uma infância de guerra, de todas as guerras, que insistia François Le Grix, o meu mentor literário. É assim que os jovens o lêem, com as imagens que a televisão lhes impõe na cabeça. Nenhum deles me pergunta se a história é verdadeira, pois ela se repete diante dos seus olhos. Sempre e em toda parte, de Ruanda à Bósnia, do Vietname ao Camboja, eles reconhecem a mesma criança torturada.»

Tanguy - Michel del Castillo

€10

LT019111
1961
Michel del Castillo
Editora Presença
Idioma Português PT
Estado : Usado 4/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Em stock

Mais detalhes
  • Ano
  • 1961
  • Tradutor
  • Maria Luísa Prates
  • Capa
  • Alves Martins
  • Código
  • LT019111
  • Detalhes físicos

  • Dimensões
  • 12,00 x 19,00 x
  • Nº Páginas
  • 264
Descrição

«Primeiro romance publicado por mim. Tanguy não era aquele grito do coração que muitos queriam ouvir nele. Não é fruto de uma necessidade biográfica. O seu modelo não é o testemunho: encontra-se nos autores que eu estudava com fervor, nomeadamente Dostoiévski. Eu não romancava a minha vida, eu biografava o romance. É precisamente neste ponto, a exemplaridade de uma infância de guerra, de todas as guerras, que insistia François Le Grix, o meu mentor literário. É assim que os jovens o lêem, com as imagens que a televisão lhes impõe na cabeça. Nenhum deles me pergunta se a história é verdadeira, pois ela se repete diante dos seus olhos. Sempre e em toda parte, de Ruanda à Bósnia, do Vietname ao Camboja, eles reconhecem a mesma criança torturada.»