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Um anel na areia

LT012643
2002
Manuel Rui

Editora Cotovia
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Capa dura, com sobrecapa
Disponib. - Indisponível

€8
Mais detalhes
  • Ano
  • 2002
  • Código
  • LT012643
  • Detalhes físicos
  • Dimensões
  • 12,00 x 18,00 x
  • Nº Páginas
  • 95

Descrição

Poeta, contista, ensaísta, crítico literário, Manuel Rui Alves Monteiro nasceu a 4 de novembro de 1941, em Nova Lisboa, Angola. Desde cedo se envolveu política e emocionalmente com a causa do seu povo.Vem para Portugal fazer os seus estudos universitários onde fica durante alguns anos, dedicando-se à sua profissão (advocacia) e à luta pelos seus ideais, que eram os mesmos do povo angolano, que há muito tinham despertado e cada vez mais se intensificavam. Manuel Rui permanece em Portugal até à Independência de Angola, optando depois por regressar ao seu país natal e levar em frente as suas intenções de continuar uma luta por uma Angola livre. Tal como este escritor, muitos outros da sua época, e outros ainda que se lhe seguiram, tinham em mãos a nobre tarefa de dar voz aos angolanos, falar - através da literatura, a sua melhor forma de manifestação - da nova forma de ser angolano.

Um anel na areia

€8

LT012643
2002
Manuel Rui
Editora Cotovia
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Capa dura, com sobrecapa
Disponib. - Indisponível

Mais detalhes
  • Ano
  • 2002
  • Código
  • LT012643
  • Detalhes físicos

  • Dimensões
  • 12,00 x 18,00 x
  • Nº Páginas
  • 95
Descrição

Poeta, contista, ensaísta, crítico literário, Manuel Rui Alves Monteiro nasceu a 4 de novembro de 1941, em Nova Lisboa, Angola. Desde cedo se envolveu política e emocionalmente com a causa do seu povo.Vem para Portugal fazer os seus estudos universitários onde fica durante alguns anos, dedicando-se à sua profissão (advocacia) e à luta pelos seus ideais, que eram os mesmos do povo angolano, que há muito tinham despertado e cada vez mais se intensificavam. Manuel Rui permanece em Portugal até à Independência de Angola, optando depois por regressar ao seu país natal e levar em frente as suas intenções de continuar uma luta por uma Angola livre. Tal como este escritor, muitos outros da sua época, e outros ainda que se lhe seguiram, tinham em mãos a nobre tarefa de dar voz aos angolanos, falar - através da literatura, a sua melhor forma de manifestação - da nova forma de ser angolano.