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Um encontro perigoso xx

Um encontro perigoso xx

LT003355
1986
Ernst Jünger

Disponib. - Indisponível

€7
Mais detalhes
  • Ano
  • 1986
  • Idioma Original
  • Alemão
  • Tradutor
  • Ana Maria Carvalho
  • Código
  • LT003355
  • Detalhes físicos
  • Nº Páginas
  • 141

Descrição

Revisão literária, notas e posfácio de Rafael Gomes Filipe. «Um Encontro Perigoso foi publicado quando Ernst Jünger tinha já 90 anos. O romance tinha sido começado vinte anos antes mas o autor, sem saber muito bem a razão, deixara-o incompleto. A obra coloca ao leitor um problema cuja resolução, mesmo que temporária e conjectural, é importante para a compreender. A primeira parte do romance move-se na tensão entre um jovem diplomata alemão, belo, meditativo mas ingénuo, e uma condessa francesa de temperamento fogoso, irascível e volátil, tensão mediada por um aristocrata arruinado, que se entrega ao prazer de suscitar estes encontros entre personagens improváveis, encontros que contêm sempre uma dimensão de perigo e derrocada. Tudo isto tem como pano de fundo Paris dos finais do século XIX. O problema é posto pela segunda parte da obra. Por que motivo Jünger transforma o romance, que pareceria ser uma reflexão sobre a educação sentimental do jovem diplomata num romance policial, com uma espécie de Sherlock Holmes francês no centro da intriga?» do blog Kyrie Eleison

Um encontro perigoso xx

Um encontro perigoso xx €7

LT003355
1986
Ernst Jünger
Disponib. - Indisponível

Mais detalhes
  • Ano
  • 1986
  • Idioma Original
  • Alemão
  • Tradutor
  • Ana Maria Carvalho
  • Código
  • LT003355
  • Detalhes físicos

  • Nº Páginas
  • 141
Descrição

Revisão literária, notas e posfácio de Rafael Gomes Filipe. «Um Encontro Perigoso foi publicado quando Ernst Jünger tinha já 90 anos. O romance tinha sido começado vinte anos antes mas o autor, sem saber muito bem a razão, deixara-o incompleto. A obra coloca ao leitor um problema cuja resolução, mesmo que temporária e conjectural, é importante para a compreender. A primeira parte do romance move-se na tensão entre um jovem diplomata alemão, belo, meditativo mas ingénuo, e uma condessa francesa de temperamento fogoso, irascível e volátil, tensão mediada por um aristocrata arruinado, que se entrega ao prazer de suscitar estes encontros entre personagens improváveis, encontros que contêm sempre uma dimensão de perigo e derrocada. Tudo isto tem como pano de fundo Paris dos finais do século XIX. O problema é posto pela segunda parte da obra. Por que motivo Jünger transforma o romance, que pareceria ser uma reflexão sobre a educação sentimental do jovem diplomata num romance policial, com uma espécie de Sherlock Holmes francês no centro da intriga?» do blog Kyrie Eleison