Neste ensaio, Pierre Debray-Ritzen põe em causa a psicanálise. Acusando-a de ser uma ideologia que se tornou um fenómeno cultural com um discurso sedutor, nega-lhe o estatuto de ciência. Denuncia as superstições inculcadas pela psicanálise; o determinismo psíquico que emana da sexualidade infantil; os falsos esclarecimentos sobre o psiquismo baseados num vocabulário ambíguo; a demonstração pelo símbolo; a pretensão de estabelecer a causa ainda desconhecida de várias afecções psiquiátricas, as ilusões psicossomáticas; o dito bloqueio precoce das crianças; finalmente, a utilidade específica da cura psicanalítica.
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Neste ensaio, Pierre Debray-Ritzen põe em causa a psicanálise. Acusando-a de ser uma ideologia que se tornou um fenómeno cultural com um discurso sedutor, nega-lhe o estatuto de ciência. Denuncia as superstições inculcadas pela psicanálise; o determinismo psíquico que emana da sexualidade infantil; os falsos esclarecimentos sobre o psiquismo baseados num vocabulário ambíguo; a demonstração pelo símbolo; a pretensão de estabelecer a causa ainda desconhecida de várias afecções psiquiátricas, as ilusões psicossomáticas; o dito bloqueio precoce das crianças; finalmente, a utilidade específica da cura psicanalítica.