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As mulheres também perderam a guerra

LT004850

Curzio Malaparte

Editora Livros do Brasil
Idioma Português PT
Estado : Usado 4/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Em stock

€8
Mais detalhes
  • Colecção
  • Triângulo
  • Idioma Original
  • Italiano
  • Tradutor
  • Amândio César
  • Capa
  • Infante do Carmo
  • Código
  • LT004850
  • Detalhes físicos
  • Dimensões
  • 14,00 x 19,00 x
  • Nº Páginas
  • 219

Descrição

Kurt Erich Suckert, mais conhecido pelo pseudónimo Curzio Malaparte (Prato, 9 de junho de 1898 – 19 de julho de 1957) foi um escritor, jornalista, dramaturgo, cineasta, militar e diplomata italiano. O sobrenome de seu pseudónimo (por si usado desde 1925), significa em italiano "parte má", sendo um trocadilho com o nome de família de Napoleão Bonaparte - que significa, em italiano, "parte boa". Nascido em Prato, Toscana, filho de mãe lombarda e pai alemão, Kurt Suckert estudou no Collegio Cicognini e na Universidade La Sapienza de Roma. Em 1918, começou sua carreira como jornalista. Malaparte lutou na Primeira Guerra Mundial, ganhando o título de capitão no Quinto Regimento Alpino, além de várias condecorações por valor. Em 1922, tomou parte na Marcha sobre Roma de Benito Mussolini. Em 1924, ele fundou o periódico romano La Conquista dello Stato ("A Conquista do Estado", um título que viria a inspirar La Conquista del Estado de Ramiro Ledesma Ramos). Como membro do Partido Nacional Fascista, fundou vários periódicos e contribuiu com ensaios e artigos para outros. Também escreveu vários livros a partir de 1920, além de dirigir dois jornais metropolitanos. Em 1926, Massimo Bontempelli e Curzio Malaparte fundaram o jornal trimestral literário "900". Posteriormente, tornou-se co-editor do Fiera Letteraria entre 1928 e 1931, e editor do La Stampa em Turim. Sua polémica obra sobre guerra Viva Caporetto!, meio ensaio e meio romance de 1921, acusava a corrupta Roma e as classes altas italianas de serem os reais inimigos. A publicação do livro foi proibida, pois ofendia o Regio Exercito. Em Tecnica del Colpo di Stato, de 1931, Malaparte atacou tanto Adolf Hitler quanto Mussolini. Consequentemente, a sua filiação no Partido Nacional Fascista foi revogada e ele ficou em exílio interno na ilha de Lipari entre 1933 e 1938. Foi libertado devido à intercessão de Galeazzo Ciano, genro e provável sucessor de Mussolini. Apesar disto, o regime de Mussolini deteve Malaparte também em 1938, 1939, 1941, e 1943, e prendeu-o no mal afamado presídio romano de Regina Coeli. Durante assuas detenções, construiu a Casa Malaparte em Cabo Massullo, na ilha de Capri. A casa foi um local chave no filme Le Mépris, de Jean-Luc Godard, baseado em romance de Alberto Moravia, com Brigitte Bardot e Fritz Lang.

As mulheres também perderam a guerra

€8

LT004850

Curzio Malaparte
Editora Livros do Brasil
Idioma Português PT
Estado : Usado 4/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Em stock

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  • Colecção
  • Triângulo
  • Idioma Original
  • Italiano
  • Tradutor
  • Amândio César
  • Capa
  • Infante do Carmo
  • Código
  • LT004850
  • Detalhes físicos

  • Dimensões
  • 14,00 x 19,00 x
  • Nº Páginas
  • 219
Descrição

Kurt Erich Suckert, mais conhecido pelo pseudónimo Curzio Malaparte (Prato, 9 de junho de 1898 – 19 de julho de 1957) foi um escritor, jornalista, dramaturgo, cineasta, militar e diplomata italiano. O sobrenome de seu pseudónimo (por si usado desde 1925), significa em italiano "parte má", sendo um trocadilho com o nome de família de Napoleão Bonaparte - que significa, em italiano, "parte boa". Nascido em Prato, Toscana, filho de mãe lombarda e pai alemão, Kurt Suckert estudou no Collegio Cicognini e na Universidade La Sapienza de Roma. Em 1918, começou sua carreira como jornalista. Malaparte lutou na Primeira Guerra Mundial, ganhando o título de capitão no Quinto Regimento Alpino, além de várias condecorações por valor. Em 1922, tomou parte na Marcha sobre Roma de Benito Mussolini. Em 1924, ele fundou o periódico romano La Conquista dello Stato ("A Conquista do Estado", um título que viria a inspirar La Conquista del Estado de Ramiro Ledesma Ramos). Como membro do Partido Nacional Fascista, fundou vários periódicos e contribuiu com ensaios e artigos para outros. Também escreveu vários livros a partir de 1920, além de dirigir dois jornais metropolitanos. Em 1926, Massimo Bontempelli e Curzio Malaparte fundaram o jornal trimestral literário "900". Posteriormente, tornou-se co-editor do Fiera Letteraria entre 1928 e 1931, e editor do La Stampa em Turim. Sua polémica obra sobre guerra Viva Caporetto!, meio ensaio e meio romance de 1921, acusava a corrupta Roma e as classes altas italianas de serem os reais inimigos. A publicação do livro foi proibida, pois ofendia o Regio Exercito. Em Tecnica del Colpo di Stato, de 1931, Malaparte atacou tanto Adolf Hitler quanto Mussolini. Consequentemente, a sua filiação no Partido Nacional Fascista foi revogada e ele ficou em exílio interno na ilha de Lipari entre 1933 e 1938. Foi libertado devido à intercessão de Galeazzo Ciano, genro e provável sucessor de Mussolini. Apesar disto, o regime de Mussolini deteve Malaparte também em 1938, 1939, 1941, e 1943, e prendeu-o no mal afamado presídio romano de Regina Coeli. Durante assuas detenções, construiu a Casa Malaparte em Cabo Massullo, na ilha de Capri. A casa foi um local chave no filme Le Mépris, de Jean-Luc Godard, baseado em romance de Alberto Moravia, com Brigitte Bardot e Fritz Lang.