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Hamlet xx

Hamlet xx

LT003373
2002
William Shakespeare

Disponib. - Indisponível

€9
Mais detalhes
  • Ano
  • 2002
  • Idioma Original
  • Inglês
  • Tradutor
  • António M. Feijó
  • Capa
  • João Botelho
  • Edição
  • 2
  • Código
  • LT003373
  • ISBN
  • 9789727950072
  • Detalhes físicos
  • Nº Páginas
  • 253

Descrição

Edição bilingue: português e inglês. “Nietzche segue ambiguamente Hamlet quando nos diz que só conseguimos encontrar palavras para o que já está morto no nosso coração, e que, por isso, há sempre uma espécie de desprezo no acto de falar. Antes de Hamlet nos ter ensinado a não ter confiança na linguagem ou em nós próprios, ser-se humano era muito mais simples para nós, mas igualmente bem menos interessante. Shakespeare, através de Hamlet, tornou-nos cépticos nas nossas relações com os outros, porque nos ensinou a duvidar da possibilidade de articulação no domínio dos afectos. Se alguém nos diz de modo demasiado rápido ou eloquente quanto nos ama, somos tentados a não acreditar, porque Hamlet se alojou em nós, do mesmo modo que habitava em Nietzche.” Harold Bloom, Shakespeare: the Invention of the Human “A minha «grande» referência vai para o Hamlet, de Shakespeare, em edição bilingue, traduzido por António Feijó. Trata-se de uma obra capital e de um trabalho excelente por parte do tradutor, que seguiu de perto o texto original dando-nos em português um Hamlet difícil, mas de cuja leitura saímos muito melhores do que quando começámos, e que nos faz esquecer, por momentos, a boçalidade e brutalidade que nos espreitam insidiosamente.” João Carneiro, Expresso Cartaz

Hamlet xx

Hamlet xx €9

LT003373
2002
William Shakespeare
Disponib. - Indisponível

Mais detalhes
  • Ano
  • 2002
  • Idioma Original
  • Inglês
  • Tradutor
  • António M. Feijó
  • Capa
  • João Botelho
  • Edição
  • 2
  • Código
  • LT003373
  • ISBN
  • 9789727950072
  • Detalhes físicos

  • Nº Páginas
  • 253
Descrição

Edição bilingue: português e inglês. “Nietzche segue ambiguamente Hamlet quando nos diz que só conseguimos encontrar palavras para o que já está morto no nosso coração, e que, por isso, há sempre uma espécie de desprezo no acto de falar. Antes de Hamlet nos ter ensinado a não ter confiança na linguagem ou em nós próprios, ser-se humano era muito mais simples para nós, mas igualmente bem menos interessante. Shakespeare, através de Hamlet, tornou-nos cépticos nas nossas relações com os outros, porque nos ensinou a duvidar da possibilidade de articulação no domínio dos afectos. Se alguém nos diz de modo demasiado rápido ou eloquente quanto nos ama, somos tentados a não acreditar, porque Hamlet se alojou em nós, do mesmo modo que habitava em Nietzche.” Harold Bloom, Shakespeare: the Invention of the Human “A minha «grande» referência vai para o Hamlet, de Shakespeare, em edição bilingue, traduzido por António Feijó. Trata-se de uma obra capital e de um trabalho excelente por parte do tradutor, que seguiu de perto o texto original dando-nos em português um Hamlet difícil, mas de cuja leitura saímos muito melhores do que quando começámos, e que nos faz esquecer, por momentos, a boçalidade e brutalidade que nos espreitam insidiosamente.” João Carneiro, Expresso Cartaz